Ólafur Arnalds - Ljósið (Official Music Video)
encontrado na "rede"
a vida por vezes esfuma-se,
nem sempre com cor...
Ólafur Arnalds - Ljósið (Official Music Video)
encontrado na "rede"
a vida por vezes esfuma-se,
nem sempre com cor...


"O trabalho de Teresa Henriques é feito de recuo e suspensão.
Suspendendo aquilo que já conhece e tem como adquirido, T. procura agora recuar para voltar a ver. Voltar os olhos para dentro, conquistando aqui, não o objecto ou o produto artístico mas antes as condições da sua produção e compreensão.
(...)
Numa alquimia impossível, motores de limpa pára-brisas ou de bolas de espelho transformam-se em estados de alma e revelam o lado de dentro da compreensão. Virando do avesso, expondo o interior vazio de um pensamento num perfil humano (Cinismo, Ansiedade), revela-se a natureza daquilo que escapa ao olhar: os humores, valores, medos e patologias que condicionam tudo aquilo que vemos. Metáforas precisas da experiência quotidiana, materializando o ponto a partir do qual o mundo é visto, tornando esse ponto de fuga invisível, o espaço do observador, ele mesmo, objecto da visão. Vemos, como num jogo de crianças, o Problema que tentamos resolver olhando-o de diferentes formas, virando-o de todos os lados, girando obsessiva e incessantemente na nossa cabeça. Caleidoscópio, que é afinal a nossa natureza, e que amplifica, reproduz e estende o Problema até à latitude máxima e à ocupação totalitária do nosso pensamento."
texto de apresentação da exposição por Sofia Pinto Basto
"...A ideia de criação ou poiesis é algo de muito amplo, pois toda e qualquer passagem do não-Ser ao Ser se efectua por um acto de criar; de tal sorte que, mesmo as obras produzidas na totalidade dos ofícios são criações, como criadores ou poetas são todos os seus artífices. ... Entretanto, não lhes chamamos poetas e damos-lhes, sim, outras designações. Apenas uma parte delimitada do acto de criar (a que se liga às artes e ao ritmo) recebe o nome do todo. Só a este ramo específico damos o nome de poesia e identicamente só aos que dele se ocupam chamamos poetas." Platão, o banquete 205b
mesmo com pingos e chuvas,
aconselho para ficar a dormir, "Queres Chá?
Não, quero romance. quero música. Quero amor e beleza.
De verdade que não queres chá?"
parar para copo de vino aqui, ao final do dia com um livro
e ali bem perto, para os lados da Cedofeita,
hoje o dia fez lembrar este livro...vídeo encontrado surpreendentemente aqui
excertos do poema "guardador de rebanhos"
...
O Tejo tem grandes navios
E navega nele ainda,
Para aqueles que vêem em tudo o que lá não está,
A memória das naus.
O Tejo desce de Espanha
E o Tejo entra no mar em Portugal.
Toda a gente sabe isso.
Mas poucos sabem qual é o rio da minha aldeia
E para onde ele vai
E donde ele vem.
E por isso porque pertence a menos gente,
É mais livre e maior o rio da minha aldeia.
Pelo Tejo vai-se para o Mundo.
Para além do Tejo há a América
E a fortuna daqueles que a encontram.
Ninguém nunca pensou no que há para além
Do rio da minha aldeia.
O rio da minha aldeia não faz pensar em nada.
Quem está ao pé dele está só ao pé dele.
Alberto Caeiro
em conversas sobre yoga, ouço histórias de silêncios
que estão aí a chegar as Palavras andarilhas,
Leitura Sensorial e Inteligência Criativa, Leituras de Corpo Inteiro e A Arte de Ser Leitor são algumas das oficinas dedicadas à leitura organizadas no decorrer desta iniciativa, que conta com a participação de especialistas nacionais e internacionais.
E muitas outras sessões de conto...
16 a 18 Setembro na Biblioteca José Saramago, Beja. (inscrições abertas)
Nicolás Buenaventura (Colombia), el rostro de la verdad.
previsão de chuva luminosa:
e porque oque apetece mesmo é estar de molho,
Sintra vou, praia!
de um ilustrador que gosto muito...





